quinta-feira, 30 de maio de 2019

A Realidade do Mundo Invisível e Sua Influência na História Humana

Leitura: RM. 1:20; CL. 1:16; DN. 10:12-21

(Príncipe espiritual = arcanjo)

Introdução

A despeito de saber ou não, todo ser humano sofre a influência do mundo espiritual, e tem sua existência marcada, não apenas por aquilo que seus sentidos físicos são capazes de perceber, mas também por coisas que lhe escapam aos sentidos.

Em outras palavras, há coisas tanto visíveis, quanto invisíveis que, embora não perceptíveis aos sentidos do homem lhe influenciam.

Quer acredite ou não, assim como há um universo visível, há também um universo invisível, constituído por coisas invisíveis, e o homem se move entre esses universos (visível e invisível), na maioria das vezes ignorando o mundo invisível, que é tão real e ativo quando o mundo que conseguimos perceber com nossos sentidos.

Em nossos dias, a ciência já afirma isto ao expor o universo composto por micro-organismos, organismos de proporções microscópicas que não são visíveis ao olho nu, mas que, dependendo do tipo de micro-organismo, é extremamente nocivo ao homem, alguns, inclusive, letais.

Já no passado, milhares morreram por desconhecer o perigo de certos vírus, bactérias, fungos etc., porque se aventuraram num mundo desconhecido, invisível, sem as precauções necessárias.

E hoje não é diferente!

Muitos têm se exposto a um mundo invisível e nocivo, por mera ignorância, por não ter noção da realidade do mundo invisível que tem arrastado milhões de vidas à destruição.

É sobre esse mundo que trataremos nas linhas que seguir-se-ão.

1. A Criação do Universo

1.1. O Universo Espiritual, habitado por seres espirituais e não físicos

O “manual do Criador” (Bíblia Sagrada) nos traz indícios de que, antes de criar a Terra – nosso Planeta, o Criador criou “um mundo” espiritual, e o povoou com criaturas muito poderosas, seres dotados de uma inteligência superior à do homem, e muito mais poderosos.

Vamos ler alguns textos:

GN. 1:1 à “... criou os céus, e a Terra”. Os céus, portanto, surgiram antes da Terra.

JÓ 38:7 à “... as estrelas da alva juntas alegremente cantavam...”. É evidente que aqui as “estrelas” são seres espirituais. Podemos inferir isso da passagem a seguir:

IS. 14:13 à “... acima das estrelas de DEUS exaltarei o meu trono...”. Esta passagem menciona o orgulho de um dos seres espirituais e invisíveis ─ um querubim ─ querendo ser igual a DEUS, e exaltar-se sobre todos os demais seres espirituais. Sua pretensão teve uma consequência: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, ...” (Isaías 14:13).

AP. 9:1 à “... e vi uma estrela que do céu caiu na Terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo”.

Sabemos que no mundo físico, uma estrela é muitas vezes maior que o nosso planeta, logo, é impossível que uma estrela (astro luminoso que está no espaço sideral) caia sobre a Terra. O choque de uma estrela com a Terra destruiria nosso planeta.

Portanto, o termo “estrela” usada nas passagens acima, refere-se à seres espirituais, seres que são dotados de “luz própria”, razão pela qual são chamados de “estrelas”, por causa de seu “brilho” (em muitas passagens da Bíblia o termo “brilho” é substituído por “glória”).

Esses seres espirituais foram criados muito antes dos homens, sendo criados de forma a compor um universo organizado, onde DEUS criou esferas de ação para as diversas classes celestiais por ELE criadas.

Segundo as Sagradas Escrituras, uma “estrela” difere em “brilho” de outra estrela – 1 CO. 15:41. Entenda-se aqui o termo “glória” como “luz” ou “brilho”.

Também de acordo com as Escrituras, DEUS criou diferentes ordens ou classes de seres espirituais:

a) Serafins

b) Querubins

c) Arcanjos

d) Anjos

A cada uma dessas classes, o Criador delegou atribuições próprias e atividades específicas. Da mesma forma, a cada classe o Criador dotou de características próprias.

No que se refere à atuação desses seres no mundo físico, o Criador também lhes designou a cada classe uma “esfera de ação”, sendo essa esfera, em alguns casos, restrita a certos “territórios”.

Algumas características dos Seres Espirituais

As Escrituras nos mostram que de longa data, na verdade desde o princípio da humanidade, esses seres espirituais ou “angelicais” vêm interagindo com nosso mundo, e na própria história humana.

Nos textos que serão citados a seguir, poderemos perceber não apenas a interatividade desses seres com nosso plano físico de existência, como também é possível inferir dos textos algumas de suas características.

Manifestações Angelicais na História Humana

· Gênesis 2:15

Antes de criar o primeiro homem, DEUS plantou um jardim no Éden, e colou ali o homem para o lavrar e “guardar”. Essa ordem de DEUS é interessante, se atentarmos ao fato de que o homem dominava sobre os animais, e até entendia sua linguagem (o que se infere do fato de que Eva não estranhou uma serpente conversando com ela).

Pois bem, o homem devia “guardar” (proteger) o Jardim do Éden. Mas proteger do quê, ou “de quem”? Podemos inferir, portanto, que ainda que não esteja explícito, está implícito que o homem precisava proteger o Jardim de algum “inimigo”.

· Gênesis 3:24

Depois de expulsar Adão e Eva do Jardim do Éden, DEUS colocou “querubins” para guardar (proteger) o caminho da Árvore da Vida.

A Bíblia, na verdade, nos fala dos seguintes seres espirituais angelicais, além dos querubins:

Serafins à Isaías 6:2, 6, 7.

O profeta Isaías é o único a mencionar essa classe de seres angelicais, citando, inclusive, suas características. Ele menciona que esses seres têm 6 asas: com duas cobrem os pés, com duas cobrem o rosto e com duas eles voam. Estão relacionados à santidade de DEUS.

Arcanjos à JD. 1:9, DN. 10:13, 20, 21; 12:1; e referências.

O apóstolo Judas cita o “arcanjo Miguel” e o profeta Daniel dá a entender que um “arcanjo” é um príncipe angelical, um “principado” das regiões celestiais; ainda no próprio livro do profeta Daniel podemos observar que a “esfera de ação” de um arcanjo é toda uma nação ou pais.

São seres que influenciam imperadores, reis e presidentes. Embora a Bíblia só cite o nome de um dos arcanjos (Miguel), está implícito no texto de Daniel que há outros arcanjos (príncipes angelicais).

É interessante observarmos que, embora as Escrituras identifiquem os serafins e os querubins como sendo possuidores de asas, o mesmo não ocorre em relação aos arcanjos e anjos. Uma vez que as Escrituras mostram os serafins e querubins como dotados e asas, mas nada fala de asas nos arcanjos e anjos, podemos inferir que arcanjos e anjos não têm asas.

O que distingue “arcanjos” de “anjos” é a sua glória (luz, brilho), e o nível de poder ou autoridade colocado sobre cada uma dessas classes.

Anjos das cidades à EZ. 9:1-6; DT. 32:8; AM. 3:6; JR. 29:7; GN. 1:1; AP. 12:7-9; etc.

Segundo as Escrituras, os céus governam sobre a Terra – Daniel 4:26 (o céu reina). Por esse motivo a Bíblia nos mostra que nossa luta não é contra pessoas de carne e sangue e sim contra os seres espirituais da maldade nos lugares celestiais (Efésios 6:12).

Também é por isso que a Bíblia nos diz que nós não devemos ser conduzidos por aquilo que está diante dos nossos olhos (2 Coríntios 5:7) e ainda afirma que nossas armas “não são físicas” – 2 Coríntios 10:4-6.

Quando DEUS criou os céus (Gênesis 1:1), ELE criou vários seres espirituais dotados de capacidade muito além das capacidades humanas, esses seres têm “poderes” que muitas das vezes os têm colocado, na antiguidade das civilizações, como “deuses” (Êxodo 12:12).

Esses seres espirituais, muito poderosos (se comparados ao homem), também foram distribuídos em certa “hierarquia”, e esta hierarquia está relacionada com os povos (DN. 10:13, 20, 21), com os elementos da natureza (SL. 104:4; DN. 7:2; ZC. 6:1-8; MT. 8:26; HB. 1:7; JD. 1:12; AP. 7:1; DN. 11:1 e referências).

Encontramos em Daniel 10:5,6 a menção de um ser espiritual, e em 11:1, esse ser declara para Daniel que “levantou-se para fortalecer Dario, o medo, que havia se tornado rei dos persas” – Daniel 5:31.

Fica claro, no texto, que os governantes humanos sofrem influência do mundo invisível, seja para o bem e a glória de DEUS, seja para o mal – 1 TM. 2:1-4; 2 TS. 2:3,4; MT. 2:1-18; LC. 4:5,6; DN. 3 (capítulo inteiro) e referências.

Eis o motivo pelo qual a Bíblia nos declara que nossa luta não é contra as pessoas físicas, de carne e sangue, e sim contra:

1. Os Principados (grego Arche – príncipe angelical – Arcanjos)

São “príncipes” angelicais (arcanjos), seres que manipulam os governantes das nações, de países, conforme Daniel 10:13, 20, 21; 12:1.

2. Potestades (poder de autoridade ou “influência”, governo)

De acordo com o grego (exousia) significa o poder físico ou mental, e o poder de governar ou exercer influência; governador ou magistrado.

Pode-se entender, portanto, que sendo os principados espíritos que influenciam e dominam os governantes de nações (países), bem como todo o território equivalente, as potestades, sendo espíritos sujeitos aos principados, são espíritos que governam estados, influenciando, assim, os governadores (ou cargo equivalente) em um país.

Potestade, portanto, é um governo, e potestades são “governos” ou “governantes” abaixo do rei ou presidente de uma nação, conforme Gênesis 42:6; 45:8; 1 Reis 22:48; etc.

Ao mesmo tempo, as potestades também podem manipular os elementos da natureza, como podemos ver em MT. 8:26; MC. 4:39; LC. 8:24. Nestas passagens, vemos que JESUS repreende os ventos, que estavam agitando o mar, tentando naufragar o barco no qual JESUS estava, tentando impedi-los de chegar até a província dos gadarenos.

Para compreendermos o que estava acontecendo nessa passagem, precisamos, antes, entender que “província” tem o significado de “divisão territorial” dentro de um governo, e ainda é, até nossos dias, usada em alguns países. Leia-se ED. 5:8; 6:2; 11:3; ET. 1:22; 3:12; 8:11, 12; DN. 2:48; MC. 1:5; AT. 23:34...

Até mesmo em nosso país, o Brasil, quando éramos ainda um império, as regiões que hoje denominamos de “estados” eram chamados de “províncias”.

Segundo pesquisas, a palavra “província” deriva de um antigo termo do direito público que significa “cargo vinculado a um magistrado que age fazendo as vezes do Estado” ou “representando um território diante do Estado”.

O prefixo “pro” tem o sentido de “em lugar de”, como é o caso do procônsul – que age em nome do cônsul, conforme Atos 13:7; 18:12 e outras referências. Já o termo “víncia” vem do elemento “vinc” de “vinculado, atado, sujeito”. Logo, província significa um território sujeito a um governo. Voltando agora para os textos em que JESUS se dirige para Gadara (uma província), no meio do trajeto JESUS repreende o vento, de onde poderíamos questionar: “Se repreender significa reprovar ou julgar, e isso só pode ser feito a alguém que, de forma deliberada escolhe fazer algo ruim, porque JESUS repreende os ventos e o mar, se elementos da natureza não têm vontade própria? Qual o alvo, então, da repreensão de JESUS?

Cabe aqui examinarmos alguns textos: SL. 104:4; HB. 1:7... À luz dessas passagens, junto com o texto de Marcos 5:1-13, 34 percebe-se que, na verdade, JESUS repreendeu as potestades do ar (EF. 2:2) que estavam agitando os ventos e o mar, tentando impedi-lo de chegar à província que era governada por tais potestades. Daí o fato de todos daquela região pedirem para que JESUS se retirasse das “terras deles” ou dos “seu território”, conforme vemos em Mateus 8:34; Marcos 5:17; Lucas 8:37.

Ao longo dos Evangelhos, quando JESUS chegava em algum lugar, as pessoas acorriam ao seu encontro, elas O queriam em suas terras, ainda que fosse por causa dos milagres.

Nesse território ou província, porém, por influência das potestades que ali governavam (EF. 2:2), o povo pediu que JESUS se retirasse de suas terras.

Podemos nessa passagem ter um pequeno vislumbre da influência exercida pelas potestades sobre a sociedade, sobre as pessoas.

Ainda de acordo com Efésios 2:2, vemos que o “principado” dá comando às “potestades”, de forma que as potestades estão, na hierarquia angelical, abaixo dos principados. Isto está de acordo com o texto de Efésios 6:12, onde somos alertados sobre a luta contra os seres espirituais que estão, nesta passagem de Efésios, colocados em ordem inversa – de cima para baixo: principados, potestades...

3. Príncipes das Trevas deste Século (Dominadores deste mundo tenebroso)

Os seres espirituais que na Bíblia Revista e Corrigida são chamados de “príncipes das trevas deste século”, na Revista e Atualizada são denominados de “dominadores deste mundo tenebroso” (EF. 6:12).

O termo “dominadores” aqui tem origem na soma de duas palavras gregas:

Kosmos = organização harmoniosa, uma ordem ou governo – falando do mundo como um sistema organizado – veja-se 1 JO. 2:15 – e

Krator = governados.

Logo, “kosmokrator” são os “governadores” do mundo.

Não se tratam, aqui, dos “principados”, que começam a lista dos quatro tipos de forças do mal citada em Efésios, contra as quais temos que lutar; e sim de um tipo ou categoria de seres que estão logo abaixo das potestades.

Nessa passagem, são os governadores do mundo de trevas – “príncipes das trevas”... São diferentes do “príncipe deste mundo” citado em João 12:31; 14:30; 16:11 e também em Efésios 2:2 (o príncipe das potestades do ar).

Pela colocação do termo, infere-se que são os que promovem as trevas neste mundo, no atual sistema de coisas. Promovem as trevas a nível social, isto é, são aqueles que conduzem as sociedades às trevas, à mentira, ao engano, não apenas a nível pessoal, mas à nível de toda uma sociedade ou povo.

Eles introduzem as trevas na sociedade, cegando as pessoas e influenciando sua cultura.

São os príncipes das trevas os responsáveis pelas “doutrinas de demônios” (1 TM. 4:1) e pelas “heresias de perdição (2 PE. 2:1).

Esses príncipes das trevas são os responsáveis por introduzirem de forma muito sutil, o pensamento de satanás na própria cultura popular, espalhando as trevas na história humana.

Ao se estudar a história das civilizações, pode-se observar que esses seres tiveram contato com várias civilizações no passado; começando pelo povo sumério e outras. Todas as civilizações, porém, que obtiveram algum “favor” desses seres, acabaram sendo extintas da Terra.

O Conflito Cósmico e o Homem

De acordo com as escrituras, um dos seres espirituais criados por DEUS permitiu o orgulho se formar em seu interior, e desejou ser igual a DEUS; esse ser – um querubim ungido para proteger – desejou para si a adoração dos outros seres angelicais. Por causa disto, foi expulso das regiões celestiais, perdendo o acesso à Presença de DEUS. A partir de então, tornou-se o “diabo” (caluniador, mentiroso) e “satanás” (opositor). Perdeu sua própria luz, deixando de ser chamado de Lúcifer (portador de luz), para ser conhecido por outros nomes que designam seu caráter maligno.

Entretanto, ele não foi lançado à Terra sozinho, porque tinha seres sob seu comando – uma terça parte dos seres espirituais – e estes o seguiram e obedecem a suas ordens em seu plano de destruir a humanidade e a própria criação (veja-se IS. 14, EZ. 28 e referências).

Esse ser aproveitou um momento de descuido do homem, e entrou lá no Éden, promovendo a dúvida no coração de Eva e ao enganá-la, o diabo induziu a humanidade à incredulidade.

Lembremos que DEUS ordenou que Adão dominasse a Terra, governando sobre todos os seres vivos... Porém, quando Adão escolheu “não crer em DEUS, dando ouvidos antes à mulher (que havia sido enganada pelo Diabo) do que a DEUS, nesse momento, Adão entregou o domínio do mundo ao diabo. Por essa razão a Bíblia afirma que “o mundo todo jaz no maligno” – 1 João 5:19.

Desde então, Satanás vem inserindo a mentira na cultura humana, a depravação, a corrupção, e tem cegado os olhos dos incrédulos – 2 CO. 4:4, para que a Luz de CRISTO não resplandeça em suas mentes.

Pois bem, em seu esforço de manter a humanidade em trevas, o diabo vem há muito inserindo sua semente na cultura da humanidade.

A Interferência de satanás na cultura humana

Para aqueles que não analisam a cultura humana à luz das Escrituras, tudo é muito “inócuo”, “irrelevante” e “sem importância”. Porém, ao olharmos para traz, para a história humana, e vermos o que esses seres espirituais têm feito, o que têm inserido na cultura humana, e como mantém sua influência sobre o homem, é necessário que tenhamos conhecimento, o conhecimento de DEUS, a fim de não sermos levados com a maioria para as trevas e sejamos conduzidos pelo “príncipe das potestades do ar” – EF. 2:2.

A partir dos sumérios e da influência que os espíritos malignos tiveram naquela civilização, encontramos até mesmo na cultura ocidental (inclusive entre nós), invocações e consagrações demoníacas, disfarçadas nas cantigas populares. Um claro exemplo disso é a canção de “ninar” (fazer criança dormir) cujo título é “Boi da Cara Preta”. Observe a letra:

Boi, boi, boi...

Boi da cara preta...

Pega essa criança,

Que tem medo de careta.

A letra dessa canção é por si só, no mínimo estranha. Mas, anda pior, é a realidade a que essa cantiga faz menção.

Muito antes das civilizações ocidentais surgirem, as civilizações orientais já haviam despontado. Para aqueles que estudam a história, não é novidade o fato de que o homem surgiu na Mesopotâmia, na região da África, berço das primeiras civilizações.

Ali, entre os fenícios que habitavam em Canaã – hoje Líbano – havia uma prática religiosa que consistia em oferecer crianças em sacrifício; elas eram queimadas vivas, morrendo carbonizadas.

Os fenícios ofereciam as crianças a um ídolo chamado de Moloque, cuja figura consiste (porque ainda é adorado por alguns povos) em um ser com corpo de homem e cabeça de boi (de onde surgiu o mito do Minotauro). Moloque era uma imagem grande, e seu ventre (abdômen) possuía uma cavidade, uma espécie de forno, onde os bebês eram lançados e queimados vivos. Havia uma ou outra variação no tipo de imagem, algumas tinham os braços abertos formando uma espécie de “rampa”, onde a criança era colocada e que “deslizava” para dentro do abdômen da estátua, sendo, assim, carbonizada (veja a figura).

Enquanto a criança era carbonizada, uma fumaça muito preta saía de seu corpinho, preteando a cara da estátua, de forma que a cara do boi ficava “preta”. Daí a origem do cântico “boi da cara preta”.

Em verdade, quando o adulto está “cantando” essa “cantiga de ninar”, está, sem saber, oferecendo a criança a Moloque, invocando esse espírito e pedindo que tal demônio (1 Coríntios 10:20) leve a criança.

O texto de coríntios nos adverte que por trás dos ídolos há demônios recebendo a adoração...

É preciso, portanto, conhecer a Palavra de DEUS de forma profunda, buscando um relacionamento com DEUS por meio da Sua Palavra, e também buscando conhecê-lO.

Somente desenvolvendo um bom relacionamento pessoal com DEUS estaremos livres das sutilezas de satanás inserida na sociedade de nossos dias.

Em nossos dias, os espíritos da mentira e do engano estão cada vez mais ativos, levando a humanidade a se afastar da verdade, a se afastar de DEUS e a mergulhar cada vez mais nas trevas...

Tomemos muito cuidado!

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